A Inclusão de Crianças Deficientes nas Séries Iniciais

A Inclusão de Crianças Deficientes nas Séries Iniciais

RESUMO

O que é Libras? Quais seus aspectos? Desde muito tempo os surdos já enfrentam dificuldades, preconceitos, a história nos mostra o quão antigo é esse problema, e que apenas no ano de 2002 foi que o Brasil teve sua primeira lei ligada a língua de sinais, passando a ter Libras como meio legal de expressão e comunicação. A surdez é vista como deficiência, mas o que poucos sabem são os diferentes tipos e graus dessa anomalia. É mais do que essencial um cuidado com os surdos, principalmente na educação, e na inclusão dos mesmos na sociedade.

Palavras-chave: Libras. Expressão. Surdez.

1 INTRODUÇÃO

Como conhecer Libras e não se encantar com esse mundo? Conhecer a Língua Brasileira de Sinais, e também se envolver com a realidade da nossa sociedade e também do nosso sistema de ensino. Temos uma imensa responsabilidade, não apenas na inclusão na escola, como na sociedade, pois os surdoz sofrem demais com os preconceitos desse mundo. Trataremos de fatores históricos relacionado aos surdos e formas de comicação, podendo ter a percepção do quanto demorou a surgir uma linguagem apropriada aos deficientes auditivos, e também o quanto estamos atrasados nesse assunto que é de grande importância, a tecnologia e a medicina evoluem diariamnete em uma velocidade absurda, porém em assuntos sócias caminha a passos lentos rumo a construção da igualdade e condições dignas para todas as pessoa. Hoje estamos amparados por leis que protejem e apóiam a Língua Brasileira de Sinais, porém são escassos os profissionais dessa área. Abordaremos alguams caracteráisticas da língua de sianis, aquisição da linguagem, e vários fatores que nos façam compprender melhor esse mundo, e ajudar na inclusisão social dos deficientes auditivos.

Esclarecer o que é Libras, e deixar claro a situação que se encontra nosso sistema educacional para com os deficientes auditivos, e o quão importante é a responsabilidade de se trabalhar com tais alunos, e minimizar os efeitos dos preconceitos a que estão expostos, inclusão escolar e social, essa a grande questão a ser tarbalhada de forma consciente para que dia após dia possamos atingir resultados significativos nos processos de inclusão.
O autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento, ou seja, apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa, contextualiza-o, destacando sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Na introdução, também deve ser mencionado as principais etapas (a partir de títulos e subtítulos) do trabalho.

2 DESENVOLVIMENTO

A LÍNGUA DE SINAIS
Durante muito tempo a língua de sinais foi tida por muitos, apenas como uma comunicação gestual, quando a voz não alcança determinadas distâncias, um conceito completamente equivocado. Ainda hoje muitas pessoas não tem informação sobre a língua de sinais, e embora tudo em torno dessa linguagem tenha evoluído, ainda muitos tem a idéia de comunicação gestual, e até pensam se tratar de mímicas. Também outro conceito muito equivocado é o de que a língua de sinais é única, ou seja, universal, mas não é verdade, pois assim como cada país possue a sua linguagem oral com suas propriedades particulariedades, a língua de sinal também tem as suas, em cada país tem sua própria língua de sinais, cheia de diferenças. No Japão, a língua japonesa de sinais, na Espanha, a língua espanhola de sinais. A figura abaixo demonstra a difença do sinal mãe em 4 línguas de sinais diferentes. Vejamos:

FONTE: GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa?
Parábola, São Paulo, p.12, 2009.
Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o Desenvolvimento do Trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem.

Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares no corpo do texto, especialmente no desenvolvimento.

A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus títulos de primeiro nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em folha distinta. Não se utiliza nenhuma pontuação ou caractere entre o número e o título (ABNT, NBR 6024, 2003). Os títulos das seções e das subseções são destacados gradativamente, usando-se os recursos apresentados no quadro 1.

TÍTULO FORMATAÇÃO
3 ADMINISTRAÇÃO Letras maiúsculas, em negrito
3.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Letras maiúsculas, sem negrito
3.1.1 Histórico da administração científica Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito
QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO
FONTE: Elaborado pelos autores (2008)

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.

As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos propósitos previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado de suas contribuições. Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além de sugestões para outros trabalhos.

Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas ou indiretas), pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico.
Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não foram tratados no desenvolvimento.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003.

TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial: Ed. Grupo UNIASSELVI, 2008.